Oficinas de verão na Pó de Vir a Ser > Para crianças dos 6-12 anos
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Oficinas de verão na Pó de Vir a Ser > Para crianças dos 6-12 anos
Oficinas de verão na Pó de Vir a Ser > Para crianças dos 6-12 anos
24-28 de agosto 2026 | Horário: 9h-17h
Da ideia à escultura – Trabalho colaborativo
- Fomentar o trabalho colaborativo: Desenvolver a capacidade de construir em equipa.
- Iniciação escultórica: Promover o contacto com os materiais e as etapas de elaboração de um projeto escultórico.
- Aprendizagem técnica: Domínio técnico do papel machê e a exploração das suas diversas aplicações.
- Reaproveitamento dos materiais: Reutilização de resíduos (cartão, papel, caixas), promovendo a sustentabilidade.
- Pensamento espacial: Estimular o raciocínio para a criação de um objeto tridimensional a partir de bases bidimensionais.
Os almoços e lanches não estão incluídos, devendo ser trazidos de casa. As refeições serão depois servidas / aquecidas pelas orientadoras.
Seguro não incluido.
Célia Rocha, natural de Évora, é licenciada em Filosofia pela Universidade de Évora e facilitadora de Ateliers de Filosofia para Crianças, formada pela Associação S.E.V.E. (Savoir Être et Vivre Ensemble), em Nîmes. O seu percurso cruza o pensamento filosófico com práticas educativas centradas na escuta, na experiência e no respeito.
Trabalhou como Auxiliar de Educação Infantil, aprofundando a sua formação como Assistente Montessori dos zero aos seis anos e na pedagogia Reggio Emilia, abordagens que alimentam o seu interesse por processos educativos, sensíveis, relacionais e criativos.
Atualmente, integra a Associação Pó de Vir a Ser como Assistente de Produção Cultural, onde participa na conceção e mediação de projetos culturais e educativos, movida pela atenção ao gesto, à palavra e ao encontro.
Valores Sugeridos:
50€ / 40€ / 25€
Esta estrutura de valores permite que a atividade seja acessível a todos, independentemente da sua situação financeira. A escolha de um dos valores de contribuição consciente fomenta a inclusão social e fortalece o sentido de comunidade. O contributo de valor mais elevado permite a outros, com menos condições financeiras, a possibilidade de ter acesso à mesma oficina.