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MUSIC’ALDEIA SÃO MIGUEL DE MACHEDE 2026 – CAPOTE MÚSICA
A Capote Música está de volta a São Miguel de Machede para mais um Music’Aldeia no âmbito das celebrações em honra de São Miguel, o santo padroeiro, dias 26, 27 e 29 de setembro.
Da programação fazem parte concertos de Jorge Roque, Moços do Cante, A Cantadeira, Dj Set, Teatro de Marionetas, Literatura de Cordel, Mercadinho, Jogos tradicionais, entre outras atividades para todas as pessoas.
A entrada é livre.
Mais informamos que se encontram abertas inscrições para o Mercadinho no dia 27 de setembro (domingo) de manhã.
Inscrições para capotemusica@gmail.com ou na Junta de Freguesia de São Miguel de Machede (contacto 964398064)


PROGRAMA MUSIC’ALDEIA
SÃO MIGUEL DE MACHEDE 2026
26/09 (sábado)
LARGO DA ESCOLA
21H30 CONCERTO JORGE ROQUE
22h30 – 00h DJ 1 TRISTRE TRIGRE
27/09 (domingo)
LARGO MANUEL JOSÉ NICO
09H30 – 13H00 MERCADINHO
10H – 13H JOGOS TRADICIONAIS
10H – 12H RODA DE OLEIRO (Chico Marcial)
11H LITERATURA DE CORDEL – ESPETÁCULO PARA FAMÍLIAS (Grupo Depois das Cinco)SALA MULTIUSOS
15H INAUGURAÇÃO ESPAÇO MULTIUSOS
16H TEATRO DE MARIONETAS O LIXO DO SENHOR BARTOLOMEU (Era uma Vez, Marionetas)
LARGO DA ESCOLA
19H CONCERTO MOÇOS DO CANTE
20H JANTAR COMUNITÁRIO – AÇORDA
29/09 (terça)
IGREJA MATRIZ
18H00 CONCERTO A CANTADEIRA
21H00 PROCISSÃO
Artistas Convidados
Jorge Roque
Quantos Ramos Tem Esta Árvore é um espectáculo que nasce do cruzamento entre música, memória e descoberta. Um percurso sonoro construído a partir de canções originais, algumas já editadas e outras ainda por nascer, que se encontram no palco com novas interpretações e versões de temas que fazem parte do imaginário musical de Jorge Roque. Tal como uma árvore, o espectáculo cresce a partir das suas raízes, mas nunca deixa de criar novos caminhos: cada canção é um ramo, cada arranjo uma nova ramificação, e cada momento acrescenta uma camada à identidade artística que se vai revelando ao longo do concerto. Em palco, para um espectáculo íntimo e próximo do público, o guitarrista Tomás Mateus junta-se à viagem para a qual Jorge Roque nos convida.
Moços do Cante
Os Moços do Cante são um jovem grupo musical de Santiago do Cacém, composto por Pedro Parreira e Lucas Carrilho, ambos com 13 anos. Unidos pela amizade e pela paixão pela música tradicional alentejana, dedicam-se à divulgação do Cante Alentejano junto das novas gerações.
O Lucas toca acordeão e guitarra e o Pedro viola campaniça e guitarra portuguesa, dando vida a um projeto que nasceu de forma espontânea em 2025 e que rapidamente conquistou o público alentejano. Com várias atuações já realizadas em diversos palcos, Os Moços do Cante destacam-se pela autenticidade, alegria e orgulho com que levam as tradições do Alentejo aos palcos.
A Cantadeira
Joana Negrão, conhecida artisticamente como A Cantadeira, desenvolve um percurso de quase duas décadas dedicado à investigação e valorização do património musical português, com projetos como Dazkarieh e Seiva. Formada em História e Arqueologia, cruza investigação e criação artística, explorando sobretudo a música tradicional de tradição oral e as suas dimensões ritual, feminina e coletiva.
Em A Cantadeira, aprofunda esta pesquisa através de uma abordagem experimental centrada exclusivamente na voz, gravada e sobreposta em camadas para criar ritmo, harmonia e textura. O álbum de estreia, Tecelã, lançado em 2024, foi reconhecido pela crítica e destacou-se no panorama internacional da world music. Em 2025, apresentou o projeto no Festival da Canção, afirmando uma linguagem contemporânea profundamente enraizada na tradição.
Literatura de Cordel – Um espectáculo para famílias
Um grupo de cordelistas, em suas andanças mundo afora, aporta, monta acampamento, estende um varal de histórias e convida as crianças a participar de uma divertida viagem pelo do mundo do Cordel. Aricleta do Céu, acompanhada pelo músico Raimundão Tocador e Bentola da Zabumba, desfia uma teia de histórias que passa pelo ‘coco de embolada’, ‘trava-língua’, ‘meia-quadra’ e outras modalidades da poética popular. Entre as histórias contadas estão adaptações de clássicos infantis, cordéis clássicos e atuais.
Era uma vez, Marionetas é uma companhia familiar criada por José Alegria em 1991 que se dedica ao teatro de marionetas, usando técnicas tradicionais com qualidade técnica e artística. As obras teatrais são apresentadas a pensar exclusivamente no público, usando a improvisação e a interação a fim de se tornarem adaptáveis a quaisquer circunstâncias ou imprevistos. Esta companhia tem como missão usar os objetos artísticos e, à sua dimensão, transmitir ideias e valores que considera importantes, assim como lutar por uma maior acessibilidade cultural entre a população, oferecendo diferentes objetos artísticos como encenação de textos teatrais, adaptações de contos tradicionais multiculturais e encenações de textos originais, podendo ser enquadrados em diferentes espaços com diferentes públicos. Era Uma Vez, Marionetas é uma companhia que procura que o seu público pense enquanto se diverte, enquanto se emociona.